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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ESCRITORES DA LIBERDADE - FILME BASEADO EM FATOS REAIS

Escritores da liberdade

O que me chamou a atenção e que há muitos filmes Americanos sobre escolas, mas como “Escritores da Liberdade “, foram diferentes porque é o único filme que eu assisti com essa categoria abrangendo a literatura como ponto de partida.
O filme é baseado na história real de Erin Gruwell interpretada por “ Hilary Swat”, e ao começar a lecionar para a turma 203 do segundo grau do Colégio Wilson, após sua primeira aula suas expectativas sobre a educação naquela escola não era como ela tinha imaginado. Sua turma mista, assim como em toda escola divididas em Ganges e etnias diferentes ocorrendo então , muitas desavenças e brigas violentas.
Mergulha em certas questões sociais em certas questões sociais e educacionais mostrando imperfeições do sistema educacional americano, cheio de regras e normas, bem como a luta de uma professora para uma causa quase morta.
Mesmo decepcionada ao descobrir o desinteresse dos seus alunos para com a aula, mas ela não desiste de tentar superar os obstáculos ali encontrados, tornando seu grande desafio: educar e civilizar aquela turma conhecida como os sem futuros pelos demais professores. Com isso ela percebe que seu trabalho deve ir além da sala de aula, e ela leva os alunos ao Museu do Holocausto, possibilitando aos jovens saber os efeitos traumáticos da ideologia da “gangue” nazista, que provocou a 2º Guerra Mundial e fazer que eles percebam as semelhanças com as “pequenas gangues” da escola.
O método da professora constituiu em entregar para cada aluno um caderno para que eles escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares e sociais. Também fez com que eles despertassem a vontade de ler livros como “ O Diário de Anne Frank” com o propósito de despertar alguma identificação e empatia, ainda que os personagens vivam em épocas diferentes. Ao ler seus diários, a professora G assim como era chamada pelos alunos reforçou sua decisão de não desistir de seus alunos. Quando soube que a escola não emprestaria os livros aos alunos, arrumou um segundo emprego para poder comprar os livros para sua turma. Sem nenhum apoio da diretora da escola e dos outros professores, resolveu agir sozinha, começando um terceiro emprego, para tentar conseguir recursos para viagens culturais.
Depois de lerem “O Diário de Anne Frank”, professora G pediu, como trabalho sobre a leitura, que escrevessem uma carta para Miep Gies, a mulher que havia protegido Anne Frank, falando sobre o que acharam do livro. Os alunos, empolgados, têm a idéia de realmente mandar estas cartas. Assim, eles mesmos angariam fundos para pagar todas as despesas que haveria. Foi estudando a história do holocausto que a turma 203 passou de guetos para uma única família sem preconceitos, onde se sentiam bem e felizes. Por isso ficaram muito abalados ao saberem que Erin não ensinaria a terceira nem a quarta série, que teriam outros professores. Na vida real os diários foram reunidos e publicados em um livro publicado nos Estados Unidos em 1999, e terminaram inspirando o diretor Richard LaGravenese para fazer esse filme.

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