quarta-feira, 30 de março de 2011

Um cientista da computação devia dominar o mundo.

Segue abaixo o texto de uma amiga, Laryssa Galdino. Achei interessante e resolvi partilhar.

Um cientista da computação devia dominar o mundo.
     Porque aí o mundo seria perfeito, primeiro porque o cientista não perde tempo brigando pra ver quem tem razão, ele prova com estudos e mais estudos seu ponto de vista (ou não). Segundo porque são organizados, eles estudam lógica e portanto sabem os problemas que devem ser priorizados para serem resolvidos e, principalmente, sabem quais problemas devem ser considerados!
     Terceiro, porque eles são claros, objetivos... todo o mal da humanidade seria solucionado porque eles dividem pra conquistar, aprendi isso em cálculo numérico, similar a técnicas de programação :P Um problema mor pode ser subdivido em pequenos problemas. Quarto, porque não existe meio termo em computação, você não diz talvez pra um computador, você diz IF e ai ele sabe que ou é isso ou é aquilo e se num for p@#$%R nenhuma ele pára de processar (pára de muer). Quinto, porque os cientistas da computação têm uma facilidade, um dom recebido de Deus para atingir seus objetivos, não existe nada que eles não possam fazer se não quiserem.
     Apenas com um desses no comando o mundo seria justo e feliz! Eu tou falando sério, como eu votaria em um cientista da computação pra presidente! Sexto, porque eles são inteligentes, mais do que toda a humanidade junta e reunida. Sétimo, porque transpiram confiança. Oitavo, porque eles são humanitários, se eles dominassem o mundo pensariam sempre no melhor pra gente (: Nono, porque eles governariam de modo laico e Décimo, proque no final eles precisariam de um(a) Designer pra deixar tudo de extraordinário que eles fizeram, bonitinho ~~ e aí eu teria um emprego garantido. rsrs

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Apagando kernels antigos do Ubuntu

Frequentemente o Ubuntu solicita atualização de pacotes e, vez ou outra, um novo kernel é instalado. Isso é ótimo até certo ponto, pois o GRUB continua listando TODOS os pacotes de kernels antigos, e cada vez mais a lista de kernels vai aumentando.
Aqui irei ensinar como desinstalar esses pacotes de kernels antigos:

Descubra qual a versão do kernel atualmente instalada no seu Ubuntu através do comando
$ uname -r
Após isso, descubra todos os kernels instalados no seu sistema:
$ sudo dpkg -l | grep linux-headers-*
Feito isso, remova (via apt-get remove) os kernels antigos:
$ sudo apt-get remove linux-headers-X.X.XX-XX*
Quando terminarm atualize o GRUB:
$ sudo update-grub
Observe que a remoção também poderia ser feita através do Gerenciador de Pacotes do Synaptic. ;-)

Fonte: Uebbi

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Resolvendo o travamento do Flash Player 10 com navegadores

Nos últimos tempos, percebi que o flashplugin10.1 dava problemas (travava) quando eu o forçava a trabalhar pesado (abria vários vídeos no navegador). E isso se repetiu quando eu coloquei o OS Windows na máquina pra jogar durante as férias :P Então conclui que o problema não era no Ubuntu.

Acontece que só travava no meu computador, mas no do meu irmão (32 bits) funcionava sem problemas.
Pensei que o problema fosse com o flash 10, e cogitei fazer um downgrade. No meu notebook novo apresentou o mesmíssimo problema. Então: o problema realmente é o flash

Pesquisando, descobri que o problema acontece apenas com processadores 64 bits, pelo fato de a arquitetura ser diferenciada, e o plugin instalado pra 32 bits vez ou outra trava. E o pior: há algum tempo a Adobe tinha descontinuado a produção do plugin para processadores 64 bits (Nossa! A adobe estava na contra-mão de tudo!).

Finalmente achei uma forma de resolver esse problema: Desinstale a versão atual do flash e, após adicionar um repositório, atualize a lista e instale o flash para 64 bits:
$ sudo apt-get remove flashplugin-nonfree flashplugin-installer 
$ sudo add-apt-repository ppa:sevenmachines/flash
$ sudo apt-get update 
$ sudo apt-get install flashplugin64-installer
Essa versão não é da Adobe. Não faço idéia se ela voltou atrás e resolveu produzir o plugin para 64 bits, mas pelo menos esse plugin da SevenMachines funciona sem problemas. Agora consigo abrir 15 vídeos simultaneamente, e não tenho de reiniciar o navegador. ;-)


Outra opção usando o repositório do Debian Unofficial Maintainers:

i386:

$ wget -c http://archive.debian-maintainers.org/unofficial/packages/adobe-flash-player-browserplugin-i386/10.1...
$ sudo dpkg -i adobe-flash-player-browserplugin_10.1.53.64-1_i386.deb 
$ sudo apt-get -f install
$ sudo /usr/sbin/update-alternatives --config flash-mozilla.so

amd64:

$ wget -c http://archive.debian-maintainers.org/unofficial/packages/adobe-flash-player-browserplugin-amd64/10...
$ sudo dpkg -i adobe-flash-player-browserplugin_10.0.45.2-1_amd64.deb
$ sudo apt-get -f install
$ sudo /usr/sbin/update-alternatives --config flash-mozilla.so





Fonte: UbuntuForum, Ubuntu-BR, VivaOLinux

Trabalhando com o gconf-editor (Gerenciador de configurações visuais)

Recentemente agucei minha curiosidade sobre as configurações visuais do Ubuntu e então comecei a pesquisar a respeito. Descobri que os muitos códigos que eu já havia digitado para mudar uma configuração aqui ou aculá, possuem um gerenciador em GUI.


No terminal (ou no Executar - ALT+F2), digite:
$ gconf-editor

Mudando a posição e a ordem dos botões de ação (Minimizar, Maximizar/Restaurar e Fechar)

Ao instalar o Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat, depara-se com um probleminha simples: os botões de ação das janelas se encontram do lado esquerdo da barra de títulos. Como o padrão é do lado direito, então muito provavelmente se deseja mudar isto. Então navegue até:
/apps/metacity/general/button_layout
e edite o valor para:
:minimize,maximize,close
  • As vírgulas separam os botões.
  • A ordem é delimitada pela ordem digitada.
  • A posição relativa à janela é delimitada pelo lado oposto do dois-pontos (:).


Mostrando ícones-padrão na área de trabalho (Meu computador, Lixeira...)

/apps/nautillus/desktop/
Habilite as checkboxes relativas a:
  • Meu computador: ........ computer_icon_visible
  • Meus documentos: ....... home_icon_visible
  • Meus locais de rede: ... netwoork_icon_visible
  • Lixeira: ............... trash_icon_visible
  • Unidades montadas: ..... volumes_visible


Habilitando o Winkey (a tecla/botão do Windows) do teclado para funcionar no Linux, ativando os menus principais (Aplicativos, Locais e Sistema)

/apps/metacity/global_keybindings/panel_main_menu
altere o conteúdo existente (por padrão é <Alt> F1) para:
Super_L
Nesta seção você perceberá que há inúmeras ações que podem ser automatizadas com atalhos. Se quiser utilizar o Winkey para alguma combinação de teclas (como no Windows), use <Super> Tecla ao editar


Exibindo/ocultando os ícones dos menus principais
/desktop/gnome/interface/menus_have_icons
e habilite/desabilite a checkbox de acordo com sua necessidade. ;-)



Aos poucos irei editando este post e recheando-o com mais detalhes sobre a aplicação e configurações específicas.

Fonte: Eu mesmo =)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Macbuntu 10.04 2.3 para Linux

O belo visual do Mac OS X vai deixar os computadores da Apple e invadir o seu Ubuntu com este ótimo tema para Linux. Interface, ícones, fontes, Papel de parede e efeitos especiais. O pacote é o mais completo possível, tudo para uma transformação radical na aparência do seu computador.

Dentre as diversas vantagens que o Macbuntu tem com relação aos demais temas do gênero é o fato de o usuário não ter que se preocupar com configurações e outros aplicativos. Isso porque o tema já traz tudo o que é necessário para modificar cada canto do sistema operacional do pinguim. Preparado? Então, que comece a mágica!

FONTES, ÍCONES, EFEITOS...

Diferente da maioria dos temas, o Macbuntu não modifica apenas os botões e cores das janelas do sistema. A transformação é radical, modificando desde a tela de login até os efeitos visuais e painéis da Área de trabalho. Confira abaixo os principais itens presentes neste pacotão de novidades.

  • A Dock
Já que é para modificar a interface, que seja para valer. Instalando o Macbuntu, os painéis da Área de trabalho do Ubuntu são substituídos pela famosa Dock, marca registrada do sistema operacional da Apple. O legal é que o sistema para adicionar e remover um item da dock é o mesmo do Mac OS X, assim como os efeitos e ícones exibidos.
  • Barra de menu
Embora não represente um grande impacto no visual, a Barra de menu superior do sistema passa a exercer uma tarefa diferente com a instalação do Macbuntu. Isso porque as opções exibidas nela são modificadas de acordo com o aplicativo em execução selecionado. Através dela o usuário pode executar diversas tarefas.
  • Ícones, fontes e ponteiro
Praticamente todos os ícones exibidos nos aplicativos são modificados para o padrão do Mac OS X. Além disso, novas fontes são instaladas aplicadas a fim de tornar a leitura e o acesso às opções mais fácil. O Macbuntu não deixou nem o ponteiro do mouse de fora, já que o cursor também ganha um novo visual.
  • Efeitos especiais
Certamente, o que mais chama atenção com o Macbuntu são os efeitos aplicados às janelas e opções do sistema. O chamado Genie Effect, característica do Mac OS X, marca sua presença entre as modificações promovidas no visual do Ubuntu.

Além disso, o efeito cubo também pode ser visto ao utilizar o atalho do teclado para alternar entre as janelas abertas. Para completar o time, o Expose All Windows também pode ser visto no Macbuntu.


COMO INSTALAR


Não há segredo algum na instalação do Macbuntu, mas é preciso ficar atento às confirmações necessárias para que todos os pacotes sejam instalados corretamente. Depois de baixar o arquivos TAR.GZ, descompacte seu conteúdo em qualquer diretório do sistema.

Feito isso, é só acessar a pasta e dar um duplo clique em cima do arquivo "install.sh". Na janela que aparecer, escolha a opção “Executar em Terminal” e pronto. Agora é só esperar até que todos os componentes sejam instalados. Ao término da instalação, será preciso reiniciar o sistema. A partir daí, é só curtir o belíssimo visual que o Ubuntu terá.



PARA DESINSTALAR

O processo de remoção do Macbuntu não é tão simples quanto os demais temas para Ubuntu, mas também não exige nenhum conhecimento avançado. Tudo o que o usuário precisa fazer é digitar a seguinte sequência de comandos no Terminal:
$ wget https://downloads.sourceforge.net/project/macbuntu/macbuntu-10.04/v2.0/uninstall.sh.tar.gz -O /tmp/uninstall.sh.tar.gz
$ tar xzvf /tmp/uninstall.sh.tar.gz -C /tmp
$ cd /tmp/
$ ./uninstall.sh
Fonte: Baixaki

domingo, 14 de novembro de 2010

Instalando os temas do Bisigi Project no Ubuntu

1 – Adicione ao repositório

É mais fácil que nas versões anteriores do Ubuntu! Abra o terminal e digite:
sudo add-apt-repository ppa:bisigi/ppa && sudo apt-get update
Se o servidor não responder, espere um pouco e tente novamente.

2 - Instale os temas

Então instale os temas: (este comando instala TODOS os temas. Se você quiser instalar os temas separadamente, veja mais abaixo)
sudo apt-get install bisigi-themes
ou clique em apt://bisigi-themes


--------------------

Lista de comandos para instalar temas específicos:

sudo aptitude install [nome_do_pacote_do_tema]

::[ NOME DO TEMA]:: ::[ NOME DO PACOTE ]::
  • AirLines: ............ airlines-theme
  • AquaDreams: .......... aquadreams-theme
  • Balanzan: ............ balanzan-theme
  • Bamboo-Zen: .......... bamboo-zen-theme
  • Eco: ................. eco-theme
  • Ellanna: ............. ellanna-theme
  • Exotic: .............. exotic-theme
  • Infinity: ............ infinity-theme
  • Orange: .............. orange-theme
  • Showtime: ............ showtime-theme
  • Split: ............... split-theme
  • Step into Freedom: ... step-into-freedom-theme
  • Tropical: ............ tropical-theme
  • Ubuntu Sunrise: ...... ubuntu-sunrise-theme
  • Wild Shine: .......... wild-shine-theme
Fonte: Bisigi-Project

Restaurando as barras de ferramentas do Ubuntu

Você instalou um tema do Ubuntu, usou por um tempo e acabou abusando.
Agora está querendo voltar para o tema original? É só seguir os passos abaixo:

  1. Abra o Terminal (não precisa tornar-se root)
  2. Oculte todas as barras. Para isso, digite
    gconftool --recursive-unset /apps/panel
  3. Delete os arquivos de configurações atuais.
    rm -rf ~/.gconf/apps/panel
  4. Em seguida, restaure as barras originais.
    pkill gnome-panel
Simples, né?
Fonte: VivaOLinux